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Seu RH tem dados… mas não tem resposta: o que está faltando no seu levantamento

  • By aliny
  • 04/03/2026
  • 49 Views

Você tem planilhas, relatórios e números – mas continua “apagando incêndio” no RH? Entenda o que está faltando no levantamento para transformar dados em decisões e reduzir turnover, custos e erros de contratação.

Vou falar como empresário para empresário: ter dados no RH e não conseguir tomar decisão é pior do que não ter dado nenhum.
Porque aí você tem uma ilusão de controle – e segue repetindo os mesmos problemas:

  • turnover alto (“ninguém para”)
  • contratação que não dura 90 dias
  • líder reclamando que “o time não rende”
  • conflitos entre áreas
  • retrabalho e urgência o tempo todo

E no fim, a frase que mais custa caro: “a gente já tentou de tudo.”

A verdade é que muita empresa tenta de tudo… menos o que realmente funciona: um levantamento feito com metodologia validada que vira resposta.

O erro mais comum: levantar “informações” em vez de levantar dados precisos para tomada de decisão.

Vem comigo nessa linha: o RH costuma coletar:

  • lista de cargos
  • planilha de salários
  • taxa de rotatividade geral
  • relatório de faltas
  • avaliação solta aqui e ali

Isso é informação. Mas não necessariamente é diagnóstico.

Diagnóstico é quando você consegue responder, sem enrolar:

  • Por que as pessoas estão saindo?
  • Onde o problema começa?
  • O que eu mudo primeiro para parar o vazamento?

Se você não consegue responder essas três, o que está faltando não é mais dado – é método de leitura.

O que está faltando no seu levantamento (na prática)
1) O “mapa completo” da operação – não só do RH

Você não resolve turnover olhando apenas para o RH.
Turnover é reflexo de cargo + liderança + processo + expectativa + rotina.

O levantamento que dá resposta precisa mapear, de forma objetiva:

  • cargos e funções (o que a pessoa faz de verdade, sem idealizações, por isso se torna mais fácil para um agente externo e imparcial)
  • hierarquia real (quem responde pra quem e quem prioriza demanda)
  • processos “como são hoje” (o famoso “as is”)
  • pontos de retrabalho e gargalos entre áreas

Sem isso, você fica preso no “achismo elegante”:

“Acho que é salário, mas não tem certeza.”
“Acho que é perfil.”
“Acho que é falta de comprometimento.” “Acho que é essa nova geração que não quer nada com nada.”

E acha de novo daqui 60 dias.

2) KPIs que mostram causa – não só número solto

Tem empresa que mede turnover. Ok.
Mas turnover sozinho só diz: “está ruim”.

O que dá resposta é KPI que aponta onde está ruim e por quê, por exemplo:

  • turnover por área / por gestor / por cargo
  • tempo médio até desligamento
  • taxa de aprovação no período de experiência
  • performance no 30/60/90 dias
  • absenteísmo por time (como “pré-sintoma”)
  • tempo de rampagem (quando a pessoa começa a entregar)

Empresário raíz gosta de painel porque ajuda a decidir.
Se o KPI não te ajuda a decidir, ele só ocupa espaço.

3) Separar o turnover por “ciclos” (é aqui que a resposta aparece)

Esse ponto muda o jogo e quase ninguém faz direito.

Em vez de tratar turnover como uma coisa só, você precisa separar por tempo de permanência – por exemplo:

  • até 90 dias
  • 180 dias
  • 270 dias
  • 360 dias

Por quê?

Turnover até 90 dias geralmente grita:
vaga mal definida + promessa errada + seleção fraca + onboarding largado

Turnover acima de 180 dias tende a gritar:
gestão + rotina + falta de perspectiva + cultura desalinhada + processo que desgasta

Quando você não separa, mistura causas diferentes e toma remédio errado, entendeu?

4) A parte que ninguém quer mexer: modelo de gestão

Aqui vai uma provocação muito honesta: tem empresa que perde gente boa porque a liderança não tem padrão.

E não é sobre “ser bonzinho”. É sobre ter um jeito claro de conduzir time.

Dois ajustes simples (mas poderosos) que precisam entrar no levantamento:

Orientação vs. correção: quando é ensinar e quando é ajustar rota.
(Muita empresa só corrige – e ainda chama isso de “cobrança”.)

SLA de entregáveis: prazo + padrão mínimo do que é “entrega boa”.
Sem SLA, cada líder cobra de um jeito e o colaborador vive tentando adivinhar.

Isso reduz ruído, insegurança e o famoso “clima pesado” que vira pedido de demissão.

5) Pesquisa de desligamento e clima… do jeito certo

Sim: pesquisa de desligamento e clima ajudam.
Mas só ajudam quando viram plano de ação factível.

Se o resultado fica em PDF e ninguém mexe, é só “teatro corporativo”.

O levantamento bom busca padrões:

  • motivo declarado vs motivo real (quase nunca é a mesma coisa)
  • áreas que “expulsam” mais gente
  • líderes com reincidência
  • pontos do processo onde a pessoa quebra (ex.: primeiro mês, troca de turno, pico de demanda)

Isso dá direção para atacar o problema na raiz.

6) O “pós-contratação” que define se você retém ou recontrata

Esse é o ponto que empresários mais se irritam:

“Contratei bem, mas mesmo assim saiu.”

Muitas vezes, a contratação foi boa. O que falhou foi a entrada.

O levantamento precisa checar:

  • existe onboarding com roteiro?
  • tem alguém responsável por acompanhar a adaptação?
  • tem mentor/apoio prático nos primeiros dias?
  • há checkpoints em 15/30/60/90 dias?

Sem isso, o colaborador entra e enfrenta o pior cenário:
expectativa alta + cobrança rápida + pouca direção + processo confuso.

Como a Jornada de Redução de Turnover resolve isso

A lógica é simples e bem executiva:

  1. Levantar os dados certos (cargos, hierarquia, processos, KPIs, cultura, salários/benefícios, desligamentos, clima).
  2. Transformar em estratégia (principalmente separando o turnover por ciclos e encontrando causa raiz).
  3. Ajustar recrutamento e seleção com briefing real e validação do que a função exige.
  4. Criar follow-up de retenção (onboarding, acompanhamento e alinhamento de expectativa no período crítico).

O objetivo não é “ter mais planilhas”.
É ter resposta rápida e plano claro – porque empresário não vive de relatório. Vive de decisão.

Checklist rápido: seu levantamento está fraco se…

Marque mentalmente:

Você sabe o turnover geral, mas não sabe por área/gestor/cargo

Você não separa quem sai até 90 dias

Você não tem processo “as is” mapeado (cada um faz de um jeito)

Você não tem SLA de entregáveis (o que é “entrega boa” muda a cada cobrança)

Você faz pesquisa de desligamento, mas não fecha ações com liderança

Você contrata e “solta” a pessoa sem onboarding e checkpoints

Se você marcou 3 ou mais, está explicado: seu RH tem dados… mas ainda não tem diagnóstico.

Quer transformar seus dados em resposta e atacar o turnover pela raiz com um plano prático?
Chame a GUV no WhatsApp: (41) 9131-1556.

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